Ferramenta privada · Demo pública fictícia

Uma memória de relacionamentos, não um funil de vendas.

Meu Personal CRM reúne identidades de contato dispersas numa única pessoa, lembra por que o relacionamento importa e sugere quem pode valer a pena contatar. A IA pode pesquisar contexto ausente, mas eu aprovo cada fato.

O banco de dados real e os contatos permanecem privados

Uma tela higienizada do Personal CRM preenchida com registros fictícios.
Registros fictícios usados na prévia pública
1registro canônico por pessoa
Váriasidentidades, emails e perfis de origem
100%dos fatos importados com procedência
Revisãoobrigatória antes do enriquecimento

Edição pública fiel

Use a interface real com registros fictícios.

A navegação, as visualizações, os painéis de pontuação e as filas de revisão espelham o produto privado.

Personal CRM · demo pública

A demo usa a interface de produção com pessoas e organizações inventadas. As ações duram somente até a página ser recarregada.

A arquitetura

Identidade primeiro. Procedência em cada afirmação.

LinkedIn, WhatsApp, email e notas manuais descrevem pessoas de formas diferentes. O CRM mantém essas identidades de origem separadas e só as liga a uma pessoa canônica quando as evidências sustentam a união.

  • Os importadores preservam a fonte, o lote, a data e a confiança por trás de cada campo.
  • As pontuações de relacionamento combinam importância, recência e evidências de interação.
  • O enriquecimento por IA produz uma proposta. Aceitá-la grava os fatos com suas fontes; rejeitá-la deixa o banco inalterado.

Julgamento de produto

Dados privados mudam o que conta como uma boa funcionalidade.

Arquivos brutos de mensagens acrescentariam contexto, mas também criariam um fardo muito maior de privacidade e segurança. Em vez disso, o sistema armazena metadados estruturados de interação e notas selecionadas.

A interface de produção permanece privada. Esta versão pública mostra o modelo de interação com registros inventados, não com dados pessoais censurados.